Uma daquelas situações constrangedoras nas quais o maior culpado não é o sujeito, e sim a linguagem! Ora bolas, mesmo dialogando o mesmo idioma, podemos nos fazer incompreendidos! Vocabulário é tudo:
"Consta que Rui Barbosa,
ao chegar em casa,
ouviu um barulho estranho vindo de seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão
tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo
surpreendendo-o ao tentar pular o muro
com seus amados patos.
Batendo nas costas do invasor, disse-lhe: Bicéfalo...
não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes
e sim pelo ato vil e sorrateiro
de galgares os profanos de minha residência.
Se fazes isto por necessidade, transijo!
Mas se é para zombares de minha
alta prosopopéia de cidadão digno e honrado,
dar-te-ei com minha bengala fosfórica
no alto de tua sinagoga que te reduzirá
à qüinquagésima potência que o vulgo denomina Nada!
"Consta que Rui Barbosa,
ao chegar em casa,
ouviu um barulho estranho vindo de seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão
tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo
surpreendendo-o ao tentar pular o muro
com seus amados patos.
Batendo nas costas do invasor, disse-lhe: Bicéfalo...
não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes
e sim pelo ato vil e sorrateiro
de galgares os profanos de minha residência.
Se fazes isto por necessidade, transijo!
Mas se é para zombares de minha
alta prosopopéia de cidadão digno e honrado,
dar-te-ei com minha bengala fosfórica
no alto de tua sinagoga que te reduzirá
à qüinquagésima potência que o vulgo denomina Nada!
E o ladrão confuso disse:
Moço, eu levo ou deixo os patos? "
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